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Boas práticas de e-mail marketing, automações, segmentação e novidades do produto — para você tirar mais proveito das suas campanhas.

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E-mail marketing

10 boas práticas de linha de assunto para aumentar a taxa de abertura

A linha de assunto é o primeiro contato do leitor com a sua campanha. Pequenos ajustes podem fazer diferença na taxa de abertura.

6 min de leitura2026Equipe Mailzen
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Antes de escrever o corpo de um e-mail, vale a pena parar para pensar na linha de assunto — é ela que decide se a mensagem será aberta ou ignorada na caixa de entrada. Ser claro costuma funcionar melhor do que tentar ser criativo demais: o leitor precisa entender rapidamente do que se trata o e-mail e por que vale a pena abri-lo agora.

Prefira frases curtas e específicas a promessas vagas. Em vez de títulos genéricos, descreva o benefício real do conteúdo. Evite exageros, caixa alta e excesso de pontuação ou emojis, características que costumam ser associadas a spam e podem prejudicar a entrega da campanha.

A personalização ajuda, mas funciona melhor quando é relevante: usar o nome do contato ou uma informação baseada no comportamento dele (como um produto visualizado ou uma categoria de interesse) tende a gerar mais engajamento do que apenas inserir variáveis por inserir. Uma boa segmentação da base facilita esse tipo de personalização.

Teste variações de linha de assunto em campanhas diferentes e acompanhe os resultados nos relatórios da plataforma — abertura, cliques e conversões ao longo do tempo ajudam a entender o que funciona melhor para a sua audiência. Não existe fórmula única: o que funciona para um segmento pode não funcionar para outro.

Por fim, lembre-se de que a linha de assunto trabalha em conjunto com o texto de pré-visualização e o nome do remetente. E, de nada adianta uma linha de assunto perfeita se o domínio de envio não estiver bem configurado: a autenticação correta ajuda a melhorar a entregabilidade e a reputação do envio.

Automação

Como criar um fluxo de boas-vindas com automações

Um bom fluxo de boas-vindas aquece a relação com um novo contato logo nos primeiros dias. Veja como estruturar o seu.

7 min de leitura2026Equipe Mailzen
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O fluxo de boas-vindas costuma ser a primeira automação que qualquer equipe de marketing configura, e por um bom motivo: é o momento em que o contato está mais atento à sua marca, logo depois de se cadastrar em um formulário ou fazer uma primeira compra.

Na prática, um fluxo simples começa com um gatilho de "novo contato", segue para um e-mail de boas-vindas apresentando a marca ou o produto, uma espera de alguns dias e uma condição — por exemplo, "abriu o e-mail?" — que direciona o contato para caminhos diferentes dentro da automação.

Vale personalizar o conteúdo de acordo com a origem do contato: alguém que veio de um formulário sobre um assunto específico pode receber um conteúdo diferente de quem se cadastrou em uma newsletter genérica. Tags e segmentos ajudam a organizar esses caminhos sem precisar duplicar automações inteiras.

Comece com um fluxo enxuto — dois ou três e-mails já entregam valor — e vá adicionando ramificações conforme entender melhor o comportamento da sua base. Automações muito complexas logo de início tendem a ser difíceis de manter e de depurar quando algo não funciona como esperado.

Depois de publicar o fluxo, acompanhe os relatórios de abertura e cliques de cada etapa para identificar onde os contatos perdem interesse e ajustar o conteúdo ou o intervalo entre os envios.

Novidades

Novidade: mais opções de condições e esperas nas automações

As automações do Mailzen ficaram mais flexíveis, com novas formas de configurar condições e tempos de espera nos fluxos.

4 min de leitura2026Equipe Mailzen
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Quem já usa automações no Mailzen sabe que um fluxo costuma combinar gatilhos, esperas, condições e ações. Com os ajustes mais recentes, ficou mais simples desenhar condições que levam em conta o comportamento do contato em diferentes momentos da jornada, não apenas na etapa imediatamente anterior.

Na prática, isso significa mais liberdade para montar fluxos com múltiplas ramificações — por exemplo, direcionar um contato para caminhos diferentes dependendo de ter aberto, clicado ou permanecido inativo em mais de um e-mail da sequência, sem precisar criar automações paralelas para cada cenário.

As esperas também passaram a oferecer mais controle sobre o intervalo entre etapas, o que ajuda times de marketing a espaçar melhor os envios e evitar sobrecarregar a caixa de entrada do contato em um curto período.

Essas mudanças foram pensadas para quem já tem fluxos de boas-vindas, recuperação de interesse ou nutrição de leads e quer refiná-los sem precisar reconstruir a automação do zero.

Produto

Domínio próprio: por que configurar SPF, DKIM e DMARC

Enviar com o seu próprio domínio, bem configurado, é um dos passos mais importantes para uma boa reputação de envio.

5 min de leitura2026Equipe Mailzen
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Enviar campanhas a partir de um domínio próprio, em vez de um endereço genérico, passa mais confiança para quem recebe e ajuda os provedores de e-mail a reconhecerem a sua marca como uma remetente legítima ao longo do tempo.

Três siglas aparecem sempre que o assunto é autenticação de domínio: SPF, que lista quais servidores têm permissão para enviar e-mails em nome do seu domínio; DKIM, que assina digitalmente as mensagens para comprovar que não foram alteradas no caminho; e DMARC, que define o que fazer quando um e-mail falha nessas verificações e permite acompanhar relatórios sobre isso.

No Mailzen, o processo de configuração é guiado: você adiciona os registros indicados na área de Domínios ao painel DNS do seu provedor e a plataforma verifica automaticamente quando a configuração é reconhecida.

Vale reforçar que a autenticação correta ajuda a melhorar a entregabilidade e a reputação do envio, mas não é uma garantia isolada — bons resultados também dependem de práticas consistentes de envio, como manter a base atualizada e respeitar o interesse de quem recebe os e-mails.

Casos de uso

Segmentação na prática: listas, tags e segmentos

Listas, tags e segmentos resolvem problemas diferentes. Entenda quando usar cada um na sua estratégia de envio.

6 min de leitura2026Equipe Mailzen
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É comum confundir listas, tags e segmentos, mas cada recurso resolve um problema diferente na organização da base de contatos. As listas costumam representar a origem ou a finalidade geral do contato, como "clientes" ou "newsletter". As tags marcam características ou comportamentos específicos, como "comprou no último mês" ou "interessado em automação".

Já os segmentos combinam essas informações — e outras, como campos personalizados — em critérios dinâmicos, que atualizam automaticamente quem entra ou sai do grupo conforme os dados mudam. Isso evita o trabalho manual de mover contatos entre listas toda vez que algo muda.

Um exemplo prático: uma lista para "assinantes do blog", tags para marcar quais categorias de conteúdo cada contato mais interage e um segmento que combina os dois para enviar uma campanha só para quem está na lista e tem a tag de um assunto específico.

O ideal é começar simples — poucas listas, tags claras — e ir refinando a segmentação conforme a base cresce e fica mais claro quais critérios realmente importam para os resultados das campanhas.

Uma segmentação bem-feita facilita também o trabalho das automações, já que os fluxos podem usar os mesmos critérios para decidir por quais caminhos cada contato deve passar.

Casos de uso

Formulários de captura: como transformar visitantes em contatos

Um formulário bem posicionado é a porta de entrada para novos contatos. Algumas ideias para tirar mais proveito do seu.

5 min de leitura2026Equipe Mailzen
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Antes de pensar em campanhas e automações, é preciso ter contatos — e um dos jeitos mais diretos de conseguir isso é com formulários de captura bem posicionados no seu site, blog ou landing page.

Peça o mínimo de informação necessário. Formulários longos tendem a afastar quem só queria se cadastrar rapidamente; nome e e-mail já são suficientes para começar um relacionamento, e campos adicionais podem ser coletados depois, aos poucos.

Deixe claro o que a pessoa vai receber ao se cadastrar — uma newsletter, um material específico, atualizações do produto — para atrair contatos realmente interessados, o que tende a gerar uma base mais engajada no longo prazo.

Conecte o formulário a uma automação de boas-vindas para que o primeiro contato aconteça automaticamente assim que alguém se cadastra, sem depender de um envio manual. Isso também é uma boa oportunidade para aplicar tags que ajudem a segmentar esse novo contato desde o início.

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